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S. do Bonfim: Justiça do Trabalho ofereceu Maternidade do Hospital Dom Antonio Monteiro por 285 mil e ninguém arrematou

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Presidido pelo Juiz Ivo Daniel Povan aconteceu na manhã desta terça feira (17) no auditório do Novo Leste Hotel, em Senhor do Bonfim, mais um Leilão promovido pela Justiça do Trabalho. Devido a uma questão trabalhista, movida contra o IBAPS em 2007, Instituto que mantinha o Hospital Regional Dom Antonio Monteiro, o prédio anexo do Hospital (maternidade), foi penhorado pela Justiça do Trabalho avaliado em 900.000,00.
Inicialmente o leiloeiro iniciou os trabalhos apresentando na primeira rodada lance minimo de 450,000,00 pela estrutura da maternidade. Depois de fazer elogios a área, como ninguem apresentou oferta, o leiloeiro informou que no final da primeira rodada iria mais uma vez colocar o segundo lote a venda, “a área é espetacular, faz até pena vender por esse valor, fui verificar o espaço de perto e garanto que é um local perfeito para quem deseja colocar uma clinica popular ou algo desse tipo”, declarou o leiloeiro.
Assim como tinha anunciado no inicio dos trabalhos, mais uma vez o leiloeiro colocou o anexo do Hospital Regional a venda, como ninguém fez oferta em cima do valor de 450,000.00, como já era a terceira vez que a maternidade estava sendo colocada a venda, o leiloeiro questionou ao juiz, Ivo Povan, se poderia reduzir o valor, ao receber autorização do mesmo, o leiloeiro reduziu o valor para 285.000,00, e mais uma vez ninguém apresentou oferta.
Para o próximo leilão o lance minimo continuará em 450.000,00, podendo ser sugerido pelo leiloeiro com permissão do juiz, caso não seja apresentada nenhuma oferta, um valor abaixo dos R$ 285.000,00.
O vereador Rê do Sindicato juntamente com os representantes dos sites, ivansilvanoticia e bonfimagora estiveram presentes acompanhando o leilão.
Já por meio da Ascom o procurador da prefeitura de Senhor do Bonfim, Antonio Filho, declarou que  o processo que levou a maternidade a leilão foi devido ao não cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) feito pelo Ministério Público e pela gestão anterior do Instituto Bonfinense de Assistência e Promoção Social (IBAPS), que se comprometeu a pagar as contribuições sociais.
Como este acordo não foi cumprido, o Ministério executou o imóvel. O Procurador Dr. Antônio Gonçalves Filho informou que toda a documentação foi juntada e que pediu a suspensão da execução do imóvel. Informou ainda que está aguardando os trâmites legais.

Fonte: Ivan Silva 

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